21 de ago de 2012

pouco tempo


E cá estou, de novo. Aos prantos. Lendo, relendo, rememorando. Eu havia prometido que nunca mais iria me permitir tal dor. É impossível. Me finjo de forte, de maduro, de conquistador. Ao sair do carro, escorrego lentamente em uma dor interna que abaixa a minha cabeça e me faz encarar meus pés. E pensar pra onde vou.

Foi um tempo de fartura, de alegria e diversão. De novidade. De desafio. Um tempo de surpresas, carícias e desejos. Foi um curto tempo.

Eu só quero poder te ter aos braços e saber que, desta vez, é pra muito tempo. 

3 comentários:

Carlinhos disse...

Ali está o Caio, na profundidade do seu olhar castanho, é ali que eu me estranho. Me confundo, me desencontro, me faço humano? Talvez sim, mas poderia ser menos (ou mais) egoísta, e ai quem sabe ser mais feliz. Descontruir tudo, desfazer um passado, tentar não ser arrasado, sem prantos nem dor, sem memória... Poderia fazer de tudo história... Certos olhos castanhos, assim tipo os do Caio, não me deixam se quer pensar no acaso, e quiçá no arraso, no pranto ou dor.

Euds disse...

que lindo...

Patricia disse...

Oi Caio?
E quem sabe esse tempo volta.
Lindo post^^
Bjos!