16 de jun de 2008

Oi?

Eu, nessa crise imensa de identidade, fico me perguntando o quanto quero impôr com palavras ou o quanto sou algo pra mim, mas, pros outros, não passo de algo. Um qualquer que se mete de... bem, qualquer coisa.

Quando a gente fica estranho, parece que nem as roupas mais servem. Hoje, me olhando no espelho, vi quão feio era. É, não adianta, a gente nunca vai se achar bonito. Pior, quando a gente fala que é bonito, vão falar que a gente é tão inseguro que tem que se auto-afirmar para acreditar em algo. Mas se a gente não crê nem nas próprias palavras, vai se basear na de alguém que te fala algo na cara, mas nas costas te desmente inteiro? É complicado.

Com o tempo, descobri que ninguém é fiel. Assim, que se pode acreditar. Por mais íntimo que seja, quando se está sozinho, a gente só vira o assunto da conversa. Seja por aquela imperfeição, pelo jeito. Ninguém é mais amigo pleno. Na vida, hoje, a gente tá, de fato, sozinho. Por isso eu tô deixando de confiar nas pessoas, por mais que isso me machuque. Até os mais queridos já deram pra trás.

Voltando ao assunto, eu, que sou egocêntrico, no ápice da confusão, entrei numa 'fase'. Que espero que seja fase, mesmo, tipo a adolescência, e que passe. Eu tô confuso mesmo. De vez em quando quero largar tudo, depois eu quero reconquistar tudo, depois eu quero que me reconquistem, depois eu quero que me esqueçam. Daí eu vou, talvez, seguindo assim, sem rumo e, se um dia chegar em algo, eu possa completar esse post.

Então tá, eu sinto falta de certas coisas. E eu sei que nunca mais as terei. É foda. E eu só queria um comentário...

2 comentários:

 Maria Fernanda disse...

um comentário.

Aline disse...

dois comentários



[fique feliz!]