25 de dez de 2007

Queria ser de diamante

A armadura brilhava, protegia aquele vermelho intenso e vívido. Pulsava, sempre sendo empurrava, sobrevivia ao caos atrás. Em frente, nada passava. Devastada, ela quis mostrar presença, lutou, fez uma grande besteira. Quebrou-se em pequenos pedaços. Não, não há remédios que colem. A armadura já foi pro espaço, resistiu um bocado, mas não conseguiu, abriu um buraco, deixou ser amada, iludida, foi-se, querendo voltar. Não, já era. Que conto estranho.

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