29 de nov de 2007

Don't tell me

Any thoughts of me and you have gone away...

A primeira frase do dia foi exatamente essa. Ontem, adormeci ouvindo música e acordei assustado com um berro de John Lennon em alguma música dos Beatles, que, acidentalmente, foi escolhida pelo meu corpo. Depois disso, foram devaneios rabiscados nas paredes do meu quarto que me fizeram adormecer. Ou o livro que estava ao lado da cama, que eu insisti em ler um capítulo no meio da madrugada, ofuscando os meus olhos o tempo todo. Ou, quem sabe, até a bagunça, que me lembrar de outro garoto, de anos atrás, que nunca permitiria que em seu quarto tivesse uma camiseta já usada espalhada em cima da cadeira. A bagunça é metafórica à vida, obviamente. Usando figuras de linguagem, eufemismo é a certa para o meu ser, que se diminui no sentido a cada dia que passa.

Termino ouvindo a música que escolhi para gravar meu dia...

"You held my hand and walked me home, I know
Why you gave me that kiss?
It was something like this
It made me go
You wiped my tears, got rid of all my fears
Why did you have to go?
Guess it wasn't enough to take up some of my love..."

Nenhum comentário: