14 de ago de 2007

É simples assim

Se Deus fosse tão bonzinho e legal, quando criou o homem teria oferecido a dádiva de controlar as emoções e sentimentos. Vai me dizer que não é vergonhoso você sentar em um ônibus, ouvir uma música triste e ler um livro dramático, nessa hora, seus olhos se enchem de lágrimas e você começa a chorar baixinho, no meio daquela babel de pessoas? Quase que incontrolável, o choro pode ser realmente constrangedor. Mas o principal motivo de você chorar por algo tão simples e sem vida - afinal, uma música não passa de palavras escritas em cima de uma melodia e um livro não passa de, geralmente, uma ficção - é, na verdade, que você sente, lá no fundo do seu coração.

Sempre tem algum pontinho errado, que ficou sem um resultado patente, te sufocando no mais profundo e perturbador pensamento, que você tenta empurrar o tempo todo para o “nível do esquecimento” da sua mente. Ok, esse termo não existe, mas me diz que não é verdade? O real é que todo mundo já fez isso algum dia em sua vida e, da forma mais inesperada possível, acharam a solução de todos os seus problemas. É simples assim...

Confesso, eu ainda não achei. Se você sabe, deixa um comentário? Agradecido, Caio.

6 comentários:

Anônimo disse...

Temos que encontrar formas de resolve-los ou contorná-los, para que interfiram o menos possível em nossa rotina diaria.

Não se trata de acordar e pensar "hoje vou superar minhas limitações! Mas, sim de pensar "Hoje vou cuidar da vida"

Caio Caprioli disse...

eu tenho medo do anônimo e tals :D

Anônimo disse...

Medo............basta encurtar a distancia.

Caio Caprioli disse...

um stalker pro Caio :D

Aline disse...

ai, tá.. vou admitir que o anônimo sou eu. Igual eu sou a Magda RJ. :)

Anônimo disse...

estava indo bem, mas pecou aqui:

"e um livro não passa de, geralmente, uma ficção"

um livro é tudo. e se um livro não for mais que uma mera ficção, se não for mais do que eu e você, se não for outra vida, outro mundo REAL e mimético, então não presta.